Aposentadoria por incapacidade • INSS

Ficou anos no auxílio-doença e a aposentadoria veio menor?

A data em que o INSS concedeu a sua aposentadoria pode não ser a data em que a sua incapacidade se tornou permanente.

Conheça o Método 4D — a análise da linha do tempo baseada em Data, Duração, Desempenho e Documentos.

Dra. Luanda Naiara Advogada • OAB/RJ 228.701
Atendimento presencial em Campo Grande/RJ, com hora marcada, e online.
Dra. Luanda Naiara, advogada previdenciária, OAB/RJ 228.701
Isso aconteceu com você?

Talvez você tenha vivido exatamente esta sequência

E, quando a aposentadoria finalmente chegou, veio a surpresa: o valor ficou menor.

Se essa sequência aconteceu, existe um ponto que merece ser analisado antes de qualquer conclusão: a data em que a sua incapacidade realmente se tornou permanente.

Antes de qualquer coisa

O escritório existe, tem endereço e você pode conferir antes de falar comigo

Sabemos que muita gente tem medo de golpe — e com razão. Por isso este escritório tem endereço fixo e sala própria, num centro comercial que você pode visitar. O atendimento presencial é com hora marcada: assim você não pega fila e tem o tempo reservado só para a sua história.

Meu registro é OAB/RJ 228.701. Você pode conferi-lo no site da Ordem dos Advogados do Brasil antes de falar comigo. Confira. É assim que se verifica um advogado — e eu prefiro que você verifique.
Endereço
Estrada da Cachamorra, 350 — bloco 03, sala 403
Centro Comercial Office & Mall
Campo Grande — Rio de Janeiro/RJ
Telefone e WhatsApp
Atendimento
Segunda a quinta, das 9h às 17h
Presencial com hora marcada
CNPJ
45.196.460/0001-75
Registro profissional
OAB/RJ 228.701 — conferir no site da OAB

[ Espaço para foto real da fachada e da recepção do escritório ]

Quem conduz a análise jurídica

Dra. Luanda Naiara

Advogada, OAB/RJ 228.701. Pós-graduação pela PUC.

Minha forma de trabalhar começa antes da petição. Um benefício previdenciário não é apenas um número numa carta do INSS. Atrás dele existe uma pessoa que trabalhou, adoeceu, passou por tratamentos, perícias e anos de incerteza até chegar à aposentadoria.

"Antes de falar em processo, eu preciso entender a sua história."
Dra. Luanda Naiara no escritório
O marco

Por que novembro de 2019 importa?

A Reforma da Previdência alterou a forma de cálculo da aposentadoria por incapacidade permanente. Por isso, em determinadas situações, não basta saber em que dia o INSS concedeu a aposentadoria.

É necessário investigar outra pergunta: em que momento aquela incapacidade já havia se tornado total e permanente?

São perguntas diferentes. E a resposta não deve ser presumida — precisa ser construída a partir da história profissional, previdenciária e médica de cada pessoa.

Doença antiga não significa automaticamente incapacidade permanente antiga. E aposentadoria posterior a 2019 não significa, sozinha, que todo o quadro nasceu depois da Reforma.
MÉTODO
4D
Diagnóstico da linha do tempo da incapacidade

Antes de discutir cálculo, reconstruímos a história

O Método 4D organiza quatro pontos para compreender a linha do tempo da incapacidade.

D1 · DATA

Qual foi o primeiro marco?

Quando começou o afastamento? Quando veio o primeiro auxílio? Isso foi antes ou depois de novembro de 2019? E quando o INSS concedeu a aposentadoria?

D2 · DURAÇÃO

Quanto tempo isso permaneceu?

Algumas pessoas recebem auxílio por poucos meses e voltam a trabalhar. Outras ficam anos afastadas, passam por sucessivas perícias e não conseguem retornar de forma estável.

D3 · DESEMPENHO

O que aconteceu com a sua capacidade de trabalhar?

Você voltou normalmente? Voltou só por pouco tempo? Tentou e não conseguiu permanecer? Mudou de função? Passou por reabilitação?

D4 · DOCUMENTOS

O que consegue provar essa história?

Cartas do INSS, CNIS, histórico dos benefícios, laudos, relatórios, exames, atestados, perícias e reabilitação.

Data sem documento é apenas uma informação. Data com prova começa a contar uma história.
Como o método separa casos

Duas histórias que parecem iguais no papel

Exemplos ilustrativos. Não são casos do escritório.

História A

  • Auxílio-doença desde 2016.
  • Prorrogado sete vezes, sem interrupção relevante.
  • Nunca conseguiu retornar à atividade.
  • Reabilitação tentada em 2018, sem sucesso.
  • Aposentadoria em 2021. O valor caiu.
Essa linha do tempo merece ser analisada.

História B

  • Auxílio-doença em 2017, por oito meses.
  • Alta, retorno ao trabalho e atividade normal até 2022.
  • Novo quadro, de outra natureza, a partir de 2022.
  • Aposentadoria em 2023.
  • O valor caiu.
Essa linha do tempo, provavelmente, conta outra história.
Cálculo apenas demonstrativo Os números abaixo são fictícios e servem só para mostrar como as duas regras de cálculo funcionam. Não são um cálculo real, não representam nenhum caso concreto e não indicam quanto qualquer pessoa receberia. O valor de cada situação só pode ser apurado depois da análise individual dos documentos.

História A — exemplo fictício

Média de contribuição (fictícia)R$ 3.000
Tempo de contribuição22 anos
Auxílio que recebia (91% da média)R$ 2.730
Aposentadoria pela regra de 2019
60% + 2% por ano acima de 15 = 74%
R$ 2.220
Queda que a pessoa sentiuR$ 510
Regra anterior à Reforma
100% do salário de benefício
R$ 3.000
Diferença mensal em discussãoR$ 780
Como a incapacidade seria anterior a novembro de 2019, existe o que discutir — e é isso que a análise verifica.

História B — exemplo fictício

Média de contribuição (fictícia)R$ 3.000
Tempo de contribuição24 anos
Auxílio que recebia (91% da média)R$ 2.730
Aposentadoria pela regra de 2019
60% + 2% por ano acima de 20 = 68%
R$ 2.040
Queda que a pessoa sentiuR$ 690
Regra anterior à Reformanão se aplica
Diferença mensal em discussão
A incapacidade que levou à aposentadoria surgiu depois da Reforma. Não há regra anterior a ser aplicada — não existe recálculo a discutir.
Repare: na História B a queda foi maior — R$ 690 contra R$ 510. E, mesmo assim, é a História A que tem o que discutir. O tamanho da queda não diz se existe caso.

É por isso que ninguém consegue responder à sua pergunta olhando só o valor que caiu. A resposta está nas datas e nos documentos.

Nos dois casos houve auxílio-doença antes de 2019. Nos dois casos o valor caiu depois da aposentadoria. E, ainda assim, não são o mesmo caso.

A diferença não está no valor: está no que aconteceu com a capacidade de trabalhar entre uma data e outra. É exatamente isso que o Método 4D organiza — e é por isso que eu não consigo responder à sua pergunta olhando só a carta de concessão.

Uma pergunta que muda a análise

A sua doença teve relação com o trabalho que você fazia?

Se o afastamento teve origem em acidente de trabalho ou em doença provocada pela atividade que você exercia, a análise segue outro caminho — e as datas pesam de forma diferente.

Muita gente nem sabe que o benefício foi registrado dessa forma. Se houve CAT, se a empresa reconheceu, ou se você simplesmente desconfia que a doença veio do trabalho, diga isso logo no primeiro contato. É uma informação que muda a análise.

Sobre o tempo

Existe um prazo correndo — e ele não espera a decisão de ninguém

A lei previdenciária estabelece que as parcelas atrasadas só podem ser cobradas em relação aos cinco anos anteriores ao pedido. As parcelas mais antigas do que isso simplesmente deixam de ser exigíveis.

Na prática: cada mês de espera é um mês a menos de diferença que pode ser reclamada — mesmo que a análise venha a ser favorável mais tarde.

Isso não significa que exista direito no seu caso. Significa apenas que verificar cedo custa menos do que verificar tarde.

Fundamento

Três datas que você precisa conhecer

Muitas pessoas sabem a data em que foram aposentadas. Mas existem outras datas igualmente importantes:

Essas datas podem coincidir. Mas também podem ser diferentes. É por isso que olhar apenas a carta de concessão pode não ser suficiente.

"Mas o STF não decidiu que o cálculo da Reforma é válido?"

Decidiu — e é importante entender exatamente o que foi decidido.

O Supremo Tribunal Federal reconheceu a constitucionalidade da regra de cálculo da Reforma para os casos em que a incapacidade para o trabalho é constatada depois dela.

A pergunta analisada aqui é anterior a essa: desde quando aquela incapacidade já era permanente? Essa resposta não vem de uma decisão geral. Vem dos documentos de cada história.

Por isso duas pessoas aposentadas no mesmo ano podem ter histórias previdenciárias completamente diferentes.

E os tribunais, como têm decidido?

O que o Método 4D investiga — a data em que a incapacidade se tornou permanente — é exatamente o ponto que os Tribunais Regionais Federais vêm examinando nesses casos.

Tribunal Regional Federal da 3ª Região · Décima Turma · decisão unânime
"Se a incapacidade laborativa sobreveio antes da vigência da Emenda Constitucional (EC) 103/2019, o benefício do segurado deve ter sua Renda Mensal Inicial recalculada, utilizando-se a metodologia prevista no artigo 36, parágrafo 7º, do Decreto 3.048/1999, vigente anteriormente às novas regras, em observância ao princípio do direito adquirido."
Relator: juiz federal convocado Marcus Orione. Julgamento por unanimidade na Décima Turma.
No caso analisado, a segurada recebia auxílio-doença desde 2012 e foi aposentada em 2022. O tribunal determinou o cálculo pela regra anterior à Reforma, considerando a data de início da incapacidade — e não a data da concessão.
O próprio tribunal não divulgou o número do processo ao noticiar a decisão.
Notícia oficial no site do TRF3

Decisão pública, de caso de terceiro, citada aqui apenas como fundamento jurídico. Não é caso deste escritório e não representa promessa de resultado: cada situação depende dos documentos e da prova produzida.

Essa é a razão pela qual eu começo pela linha do tempo. A data em que a incapacidade se tornou permanente é o ponto que decide qual regra se aplica.
Perfil

Preste atenção se várias destas situações aconteceram com você

Ter uma ou mais dessas características não significa automaticamente que exista direito à revisão. Significa que a história merece ser analisada.

Para quem cuida

Está resolvendo isso para seu pai, sua mãe ou seu cônjuge?

Na maioria das famílias, quem entende de aplicativo, senha e documento é o filho. Se você é essa pessoa, já sabe como funciona: a pasta bagunçada, o laudo que sumiu, a carta do INSS que ninguém consegue ler.

Você não precisa organizar nada antes de perguntar. Precisa de três respostas: quando começou o auxílio-doença, quando veio a aposentadoria, e se o valor diminuiu. Com essas três, a gente começa.

Transparência

O que vai acontecer quando você clicar

Quando você clicar, quem responde primeiro é o nosso atendimento inicial automatizado, e ele faz poucas perguntas simples sobre datas. Ali nunca vamos pedir laudo, exame ou detalhe da sua doença.

Depois disso, uma pessoa da equipe assume a conversa e organiza a sua linha do tempo. Só então eu analiso.

Nenhuma conclusão é dada por robô, e nenhuma resposta jurídica sai antes da minha análise.
1

Você fala com a equipe

Pelo WhatsApp, por telefone ou presencialmente, como preferir.

2

Organizamos as informações básicas

Auxílio, aposentadoria, datas e histórico de trabalho. Nada de médico nesta etapa.

3

Identificamos os documentos necessários

Sem exigir que você saiba quais pedir, e sempre pelo canal seguro.

4

A Dra. Luanda analisa a linha do tempo

Aplicando os 4D e verificando se existem elementos que justifiquem prosseguir.

5

Você recebe a orientação sobre os próximos passos

Com clareza, inclusive se a resposta for que o seu caso não se enquadra.

Documentos

Quais documentos ajudam a contar essa história?

Não se preocupe se você não tiver tudo organizado — a equipe orienta o que precisa ser localizado. Entre os principais estão: carta de concessão da aposentadoria, documentos dos antigos auxílios, CNIS, histórico de créditos do INSS, laudos, exames, relatórios, atestados, documentos de perícias e de reabilitação, e informações sobre eventual retorno ao trabalho.

Não envie documentos médicos por esta página, por rede social ou por mensagem antes de falar com a equipe. Documentos de saúde exigem cuidado especial — a equipe indicará o canal correto e a autorização necessária.

"Eu não sei mexer no Meu INSS."

Isso é mais comum do que parece. Você não precisa chegar com uma pasta organizada nem saber o nome técnico de cada benefício.

Você conta a história. Nós ajudamos a organizar a linha do tempo.

O limite

Não é para todo mundo

O fato de a aposentadoria ter ficado menor não significa, sozinho, que o cálculo possa ser alterado. Ter recebido auxílio-doença antes de 2019 também não significa automaticamente que a incapacidade permanente seja anterior à Reforma.

É justamente por isso que fazemos análise individual da cronologia.

Você acabou de ver duas histórias que pareciam iguais e não eram. Se os seus documentos não demonstrarem os requisitos necessários, isso vai ser dito para você com clareza. Um método sério também serve para dizer quando a tese não é aquela.
Dúvidas

Perguntas frequentes

Minha aposentadoria ficou menor. Isso significa que tenho direito à revisão?

Não necessariamente. A redução é um sinal que merece atenção, mas a existência de fundamento depende da análise do histórico completo.

Eu recebia auxílio-doença antes de 2019. Isso basta?

Não. É necessário compreender quando a incapacidade se tornou total e permanente e quais elementos demonstram isso.

Minha doença começou antes de 2019. Isso resolve?

Não. A data do diagnóstico e a data da incapacidade permanente podem ser diferentes.

Fui aposentado em 2021, 2022, 2023 ou depois. Ainda posso analisar?

A data da aposentadoria é uma das informações analisadas, mas não responde sozinha à questão.

Voltei a trabalhar por algum período. Isso prejudica?

Precisa ser analisado. Duração, forma do retorno e capacidade efetiva para a atividade fazem parte do histórico.

Minha doença veio do trabalho. Muda alguma coisa?

Pode mudar. Quando a incapacidade decorre de acidente de trabalho ou de doença provocada pela atividade, a análise segue outro caminho. Informe isso no primeiro contato.

Preciso ter laudo de antes da Reforma?

Não é possível estabelecer essa exigência de forma genérica. A análise considera o conjunto de documentos disponíveis e o que eles permitem demonstrar sobre a evolução do quadro.

Vocês vão pedir meus documentos médicos logo de cara?

Não. O primeiro contato trata apenas de datas e histórico do benefício. Documentos de saúde só depois, pelo canal correto e com a sua autorização.

Não tenho todos os meus documentos. Posso falar com a equipe?

Sim. Primeiro entendemos o histórico básico e depois orientamos o que precisa ser localizado.

O atendimento é somente online?

Não. Há atendimento presencial em Campo Grande/RJ — na Estrada da Cachamorra, 350, sala 403 — com hora marcada, de segunda a quinta, das 9h às 17h. Também atendemos online.

O Método 4D garante que minha aposentadoria vai aumentar?

Não. O Método 4D é uma metodologia de organização e análise da linha do tempo. Nenhum resultado pode ser garantido.

Posso procurar o escritório para meu pai ou minha mãe?

Sim. Familiares podem iniciar o contato, observados os procedimentos de representação e de proteção de dados pessoais.

Sua história começou antes da sua aposentadoria?

Se você passou anos recebendo auxílio-doença e percebeu que o valor diminuiu quando foi aposentado, o primeiro passo é entender a sua linha do tempo.

Método 4D — Data • Duração • Desempenho • Documentos

Estrada da Cachamorra, 350 — bl. 03, sala 403 · Centro Comercial Office & Mall
Campo Grande — Rio de Janeiro/RJ
(21) 97254-2096 · Segunda a quinta, das 9h às 17h
Atendimento presencial com hora marcada, e também online.

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