A data em que o INSS concedeu a sua aposentadoria pode não ser a data em que a sua incapacidade se tornou permanente.
Conheça o Método 4D — a análise da linha do tempo baseada em Data, Duração, Desempenho e Documentos.
Se essa sequência aconteceu, existe um ponto que merece ser analisado antes de qualquer conclusão: a data em que a sua incapacidade realmente se tornou permanente.
Sabemos que muita gente tem medo de golpe — e com razão. Por isso este escritório tem endereço fixo e sala própria, num centro comercial que você pode visitar. O atendimento presencial é com hora marcada: assim você não pega fila e tem o tempo reservado só para a sua história.
[ Espaço para foto real da fachada e da recepção do escritório ]
Advogada, OAB/RJ 228.701. Pós-graduação pela PUC.
Minha forma de trabalhar começa antes da petição. Um benefício previdenciário não é apenas um número numa carta do INSS. Atrás dele existe uma pessoa que trabalhou, adoeceu, passou por tratamentos, perícias e anos de incerteza até chegar à aposentadoria.
A Reforma da Previdência alterou a forma de cálculo da aposentadoria por incapacidade permanente. Por isso, em determinadas situações, não basta saber em que dia o INSS concedeu a aposentadoria.
É necessário investigar outra pergunta: em que momento aquela incapacidade já havia se tornado total e permanente?
São perguntas diferentes. E a resposta não deve ser presumida — precisa ser construída a partir da história profissional, previdenciária e médica de cada pessoa.
O Método 4D organiza quatro pontos para compreender a linha do tempo da incapacidade.
Quando começou o afastamento? Quando veio o primeiro auxílio? Isso foi antes ou depois de novembro de 2019? E quando o INSS concedeu a aposentadoria?
Algumas pessoas recebem auxílio por poucos meses e voltam a trabalhar. Outras ficam anos afastadas, passam por sucessivas perícias e não conseguem retornar de forma estável.
Você voltou normalmente? Voltou só por pouco tempo? Tentou e não conseguiu permanecer? Mudou de função? Passou por reabilitação?
Cartas do INSS, CNIS, histórico dos benefícios, laudos, relatórios, exames, atestados, perícias e reabilitação.
É por isso que ninguém consegue responder à sua pergunta olhando só o valor que caiu. A resposta está nas datas e nos documentos.
Nos dois casos houve auxílio-doença antes de 2019. Nos dois casos o valor caiu depois da aposentadoria. E, ainda assim, não são o mesmo caso.
A diferença não está no valor: está no que aconteceu com a capacidade de trabalhar entre uma data e outra. É exatamente isso que o Método 4D organiza — e é por isso que eu não consigo responder à sua pergunta olhando só a carta de concessão.
Se o afastamento teve origem em acidente de trabalho ou em doença provocada pela atividade que você exercia, a análise segue outro caminho — e as datas pesam de forma diferente.
Muita gente nem sabe que o benefício foi registrado dessa forma. Se houve CAT, se a empresa reconheceu, ou se você simplesmente desconfia que a doença veio do trabalho, diga isso logo no primeiro contato. É uma informação que muda a análise.
A lei previdenciária estabelece que as parcelas atrasadas só podem ser cobradas em relação aos cinco anos anteriores ao pedido. As parcelas mais antigas do que isso simplesmente deixam de ser exigíveis.
Isso não significa que exista direito no seu caso. Significa apenas que verificar cedo custa menos do que verificar tarde.
Muitas pessoas sabem a data em que foram aposentadas. Mas existem outras datas igualmente importantes:
Essas datas podem coincidir. Mas também podem ser diferentes. É por isso que olhar apenas a carta de concessão pode não ser suficiente.
Decidiu — e é importante entender exatamente o que foi decidido.
O Supremo Tribunal Federal reconheceu a constitucionalidade da regra de cálculo da Reforma para os casos em que a incapacidade para o trabalho é constatada depois dela.
A pergunta analisada aqui é anterior a essa: desde quando aquela incapacidade já era permanente? Essa resposta não vem de uma decisão geral. Vem dos documentos de cada história.
O que o Método 4D investiga — a data em que a incapacidade se tornou permanente — é exatamente o ponto que os Tribunais Regionais Federais vêm examinando nesses casos.
"Se a incapacidade laborativa sobreveio antes da vigência da Emenda Constitucional (EC) 103/2019, o benefício do segurado deve ter sua Renda Mensal Inicial recalculada, utilizando-se a metodologia prevista no artigo 36, parágrafo 7º, do Decreto 3.048/1999, vigente anteriormente às novas regras, em observância ao princípio do direito adquirido."
Decisão pública, de caso de terceiro, citada aqui apenas como fundamento jurídico. Não é caso deste escritório e não representa promessa de resultado: cada situação depende dos documentos e da prova produzida.
Ter uma ou mais dessas características não significa automaticamente que exista direito à revisão. Significa que a história merece ser analisada.
Na maioria das famílias, quem entende de aplicativo, senha e documento é o filho. Se você é essa pessoa, já sabe como funciona: a pasta bagunçada, o laudo que sumiu, a carta do INSS que ninguém consegue ler.
Você não precisa organizar nada antes de perguntar. Precisa de três respostas: quando começou o auxílio-doença, quando veio a aposentadoria, e se o valor diminuiu. Com essas três, a gente começa.
Quando você clicar, quem responde primeiro é o nosso atendimento inicial automatizado, e ele faz poucas perguntas simples sobre datas. Ali nunca vamos pedir laudo, exame ou detalhe da sua doença.
Depois disso, uma pessoa da equipe assume a conversa e organiza a sua linha do tempo. Só então eu analiso.
Pelo WhatsApp, por telefone ou presencialmente, como preferir.
Auxílio, aposentadoria, datas e histórico de trabalho. Nada de médico nesta etapa.
Sem exigir que você saiba quais pedir, e sempre pelo canal seguro.
Aplicando os 4D e verificando se existem elementos que justifiquem prosseguir.
Com clareza, inclusive se a resposta for que o seu caso não se enquadra.
Não se preocupe se você não tiver tudo organizado — a equipe orienta o que precisa ser localizado. Entre os principais estão: carta de concessão da aposentadoria, documentos dos antigos auxílios, CNIS, histórico de créditos do INSS, laudos, exames, relatórios, atestados, documentos de perícias e de reabilitação, e informações sobre eventual retorno ao trabalho.
Isso é mais comum do que parece. Você não precisa chegar com uma pasta organizada nem saber o nome técnico de cada benefício.
Você conta a história. Nós ajudamos a organizar a linha do tempo.
O fato de a aposentadoria ter ficado menor não significa, sozinho, que o cálculo possa ser alterado. Ter recebido auxílio-doença antes de 2019 também não significa automaticamente que a incapacidade permanente seja anterior à Reforma.
É justamente por isso que fazemos análise individual da cronologia.
Não necessariamente. A redução é um sinal que merece atenção, mas a existência de fundamento depende da análise do histórico completo.
Não. É necessário compreender quando a incapacidade se tornou total e permanente e quais elementos demonstram isso.
Não. A data do diagnóstico e a data da incapacidade permanente podem ser diferentes.
A data da aposentadoria é uma das informações analisadas, mas não responde sozinha à questão.
Precisa ser analisado. Duração, forma do retorno e capacidade efetiva para a atividade fazem parte do histórico.
Pode mudar. Quando a incapacidade decorre de acidente de trabalho ou de doença provocada pela atividade, a análise segue outro caminho. Informe isso no primeiro contato.
Não é possível estabelecer essa exigência de forma genérica. A análise considera o conjunto de documentos disponíveis e o que eles permitem demonstrar sobre a evolução do quadro.
Não. O primeiro contato trata apenas de datas e histórico do benefício. Documentos de saúde só depois, pelo canal correto e com a sua autorização.
Sim. Primeiro entendemos o histórico básico e depois orientamos o que precisa ser localizado.
Não. Há atendimento presencial em Campo Grande/RJ — na Estrada da Cachamorra, 350, sala 403 — com hora marcada, de segunda a quinta, das 9h às 17h. Também atendemos online.
Não. O Método 4D é uma metodologia de organização e análise da linha do tempo. Nenhum resultado pode ser garantido.
Sim. Familiares podem iniciar o contato, observados os procedimentos de representação e de proteção de dados pessoais.
Se você passou anos recebendo auxílio-doença e percebeu que o valor diminuiu quando foi aposentado, o primeiro passo é entender a sua linha do tempo.
Método 4D — Data • Duração • Desempenho • Documentos
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Campo Grande — Rio de Janeiro/RJ
(21) 97254-2096 · Segunda a quinta, das 9h às 17h
Atendimento presencial com hora marcada, e também online.